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A DOR
QUE DESAFIA
O DIAGNÓSTICO

Abdome agudo sem causa aparente?
Pense além do óbvio.

Ilustração de equipe de emergência conduzindo uma paciente em maca pelo corredor do hospital
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Como conduzir o caso clínico quando todos os exames tradicionais de urgência parecem normais?

No pronto-socorro, quando o óbvio não é a resposta, insistir na mesma conduta padrão coloca a paciente em risco. Entre no box de atendimento e desvende este caso clínico.

Ilustração de um médico conversando com uma paciente com dor no consultório
Ilustração de uma jovem sentada, curvada de dor abdominal
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A DOR
QUE DESAFIA
O DIAGNÓSTICO

Mulher, 28 anos, com histórico de dor abdominal
aguda cíclica e idas recorrentes ao PS.1,2

Queixa atual: dor abdominal severa, difusa, sem sinais de irritação peritoneal ao exame físico.1,2

Sintomas associados: náuseas, vômitos,
ansiedade e inquietação.1,2

A analgesia padrão foi feita, mas a paciente continua estremecendo de dor.

Ilustração da paciente com dor ao lado de frascos de exames laboratoriais
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O exame veio normal.
Posso dar alta?

Hemograma normal, PCR negativa e TC de abdome sem achados estruturais que justifiquem a intensidade da dor. Liberar a paciente sem identificar a causa da dor pode atrasar o diagnóstico, enquanto os episódios se repetem e o quadro se agrava.

O que os exames não conseguiram mostrar?

Quando os exames não explicam
o quadro, pense além do óbvio

Ilustração de um médico pensativo segurando uma prancheta
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Diante deste padrão (dor intensa + exame físico pouco expressivo + exames bioquímicos e de imagem normais), qual o seu próximo passo
no plantão?


Ilustração de um médico conectando pistas em um quadro de investigação
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Não olhe apenas para o abdome. Integre o quadro.

Quando a dor abdominal intensa e recorrente
vem acompanhada de sintomas neuropsiquiátricos (agitação, ansiedade) ou manifestações neurológicas e autonômicas (fraqueza muscular, taquicardia, hiponatremia).1,2

Como investigar essa hipótese no seu plantão?

É hora de ampliar o diagnóstico diferencial e considerar causas metabólicas,
como as porfirias agudas.

Médico sorridente de jaleco, sentado à mesa, olhando para a câmera
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Afastar os diagnósticos errados levou tempo. Mas, para a paciente, a espera pode durar mais de uma década.

Acertar o que essa paciente tinha no plantão desafiou o raciocínio clínico. A realidade é dura: quem tem porfiria hepática aguda chega a demorar até 15 anos para receber o diagnóstico definitivo¹. Anos marcados por crises repetidas e sequelas neurológicas.2

Você tem o poder de encurtar essa jornada.

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A dor é surreal.
O tratamento é real.

O diagnóstico definitivo pode levar anos, mas
a suspeita que pode mudar a vida do seu paciente nasce no seu plantão. Acesse o Hub Recordati
e tenha o guia completo de condutas necessárias
para o a manejo da porfiria hepática aguda.

Acessar Hub Recordati
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